Sábado, 21 de Janeiro de 2012
ALCOOLÉMIA COM TEMA NA LONGA METRAGEM "ATÉ ONDE" DO REALIZADOR CARLOS M. BARROS
Os Alcoolémia contribuiram com o tema "Até o mundo acabar" para a banda sonora da longa metragem "Até Onde?", escrita e realizada por Carlos M. Barros.
Um filme independente que conta com os actores Ana Rocha, Núria Madruga, Patrícia André, Sílvia Rizzo, Ramón Martínez e Ricardo Pereira.
A estreia está marcada para o dia 11 de Junho de 2011 no teatro José Lúcio da Silva em Leiria, com o Apoio do Grupo Lena.


publicado por Alcoolémia às 01:20
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Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2012
ALCOOLÉMIA EM GRAVAÇÃO DO SEU 5º ALBUM ORIGINAIS COM SAIDA PARA 2012


publicado por Alcoolémia às 22:50
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Quarta-feira, 4 de Maio de 2011
DAD + FM + ALCOOLÉMIA NO RESTELO - O ROCK É ETERNO
Os dinamarqueses DAD já repetentes no nosso país mais os estreantes FM estiveram ontem no Pavilhão Acácio Rosa no Restelo num concerto que também contou com a participação dos portugueses Alcoolémia. Ao abrir das portas, cerca das 20:30h, até parecia que este concerto estava destinado a ter pouca aderência por parte do público. Porém assim que os portugueses Alcoolémia subiram ao palco, o público começou a agrupar-se na entrada do recinto. Foi uma boa actuação dos portugueses, mas sem novidades! Os clássicos da banda como "Não Sei Se Mereço", "Para Quê Sonhar", "Chiclete" dos Táxi e "Keep on Rockin in a Free World" de Neil Young foram os pontos altos da banda de Amora, Seixal. Pouco depois, assim que os britânicos FM subiram ao palco foi a enchente quase total! O recinto não esgotou mas esteve muito bem composto de gente. Mais uma vez a promotora Remember Minds acertou nos nomes a trazer a portugal apesar da forte concorrência de concertos e festivais de verão. Os FM estiveram bem e não deixaram de tocar os seus grandes hits como "Love Be The Leader" entre outros tantos êxitos que "mecheram" com a geração A.O.R. Cerca da meia-noite os dinamarqueses DAD subiram aos palco para uma poderosa actuação! Músicas com "Girl Nation", "Laugh in a Half","Point of View", "Sleeping My Day Way" e o hino "It´s After Dark" para terminar deixaram todos rendidos. Desde as poses teatrais de Jesper Binzer e Jacob Binzer, ao baixo retro iluminado de Stig Pedersen e ao posssante Laust Sonne sempre disposto a "atacar" a bateria com grande força, tudo e todos deram espectáculo ontem à noite no Restelo. Um grande concerto numa grande noite de rock para miúdos e graudos! Para terminar deixamos aqui uma palavra de agradecimento à promotora "Remember Minds" pelas condições que nos facultaram para realizar a nossa reportagem. Texto e Fotos: Carlos Pratas In: http://www.jornalinside.com/index.php?page=noticia&nid=6589


publicado por Alcoolémia às 23:33
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Domingo, 19 de Setembro de 2010
MILHARES EXIGEM REQUALIFICAÇÃO DO CABO ESPICHEL
Mais de três mil pessoas lançaram um apelo conjunto para que o Santuário do Cabo Espichel, em Sesimbra, seja requalificado. A chamada de atenção foi feita anteontem à noite durante o festival “Músicas pelo Espichel”, que durou quase dez horas. Quer o público, a organização, as 15 bandas que subiram ao palco e a Câmara de Sesimbra assumiram-se contra o abandono a que o santuário, que em Novembro comemora 600 anos, tem sido votado nos últimos anos. Todos exigiram medidas urgentes para dignificar aquele património. Há já 15 anos que o Estado detém a posse do monumento, mas apesar do compromisso assumido de reabilitar a ala Norte, que lhe foi cedida pela Confraria de Nossa Senhora do Cabo, nada foi feito até agora. A Direcção-Geral do Tesouro e Finanças está actualmente a fazer a avaliação do imóvel para decidir se aceita a proposta apresentada em Julho pela autarquia, que necessita de ter a posse do santuário para poder negociar com possíveis investidores. “Uma vez que há terrenos cedidos e que ainda não estão na posse do Estado propusemos uma permuta, porque o Estado não pode formalmente doar-nos o imóvel. Tem de haver uma contrapartida”, explicou ao JN o presidente da Câmara, Augusto Pólvora, criticando o facto de o Estado não poder pura e simplesmente devolver o bem à confraria. “Receberam de borla, não fizeram nada e agora querem receber. É uma situação completamente absurda”, considera o edil, pedindo celeridade na resolução do problema. O impasse levou o cidadão sesimbrense Carlos Sargedas a criar um movimento de solidariedade pela requalificação do Cabo Espichel, cujo programa teve anteontem o seu ponto alto, com a realização de um festival a que mais de três mil pessoas não quiseram faltar, bem como as 15 bandas que actuaram gratuitamente.” “Quero acreditar que pelo menos dentro de dois anos a obra esteja começada e que façam do Cabo Espichel o uso que ele necessita”, salientou Carlos Sargedas, fazendo um balanço positivo do evento gratuito que custou à organização cerca de 250 mil euros. “O que está aqui é completamente genuíno”, adverte, propondo que as obras de requalificação avancem gradualmente. “Há pessoas interessadas em investir e portanto não é por falta de dinheiro que não se faz”, acrescenta. “Este concerto é um acto de cidadania de todos nós. Estamos a avisar que queremos que este espaço seja recuperado”, alertou o vocalista dos UHF, a banda cabeça de cartaz do festival. “O Cabo Espichel é uma ordem de prioridades. Este espaço tem magia”, considerou António Manuel Ribeiro, desejando que o pó que se levantou na noite de anteontem “seja amanhã a argamassa usada para construir um novo edifício”. O vocalista dos Alcoolémia, João Beato, desejou, por seu lado, que num “domingo destes” quando se deslocar ao Cabo Espichel em passeio “o monumento esteja recuperado totalmente”, sugerindo que sejam recriados os costumes de antigamente com a reconstrução de algumas salas com mobília da época “para que se possa conhecer o que foi o santuário”. Um centro de interpretação do Cabo Espichel, um espaço museológico ligado à geologia e paleontologia, lojas de artesanato no local das casas de outrora, espaços de restauração e uma residencial são algumas das propostas idealizadas para o santuário. Agora, há também o desejo de que o ?Músicas pelo Espichel? se torne o último grande festival de Verão em Portugal. In: Jornal de Noticias 12/9/2010 Sandra Brasinha</p>


publicado por Alcoolémia às 16:47
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Terça-feira, 14 de Setembro de 2010
RECORDANDO....ALCOOLÉMIA
Os Alcoolémia surgiram na Amora (concelho do Seixal), em 1992.
A formação original era constituída por: Jorge Miranda (voz), Manelito (guitarra), Pedro Guerreiro (baixo), João Miranda (guitarra) e Hugo Fernandes (bateria).
A sua linha musical andava muito próxima do Rock, por vezes bastante Rock FM, mas podiam-se encontrar nas suas composições algumas influências da Pop e mesmo do Punk Rock.
Gravaram, no ano da sua formação, uma "demo-tape" com 3 temas (incluindo o instrumental "Alcoolémia") e, participam na meia-final do Seixal Rock 92, onde se tornaram uma das bandas revelação.
Em 1993 João Miranda deixa de ser guitarrista, passando a ser o técnico de som da banda. Em sua substituição entra Carlos Botelho.
Nesse mesmo ano ganham o primeiro prémio do Concurso de Música Moderna de Setúbal e o Concurso de Música Moderna de Castelo de Paiva. Tocam no palco principal das Festas do Seixal, sem terem ainda nenhum álbum distribuído comercialmente.
O seu tema "Não Sei Se Mereço" torna-se conhecido ao passar em várias rádios locais.
Em 1994 ganham o Festival Seixal Rock 94 e realizam para cima de 100 concertos. Em 1995 sai Pedro Guerreiro e entra Carlos Cardoso
O produtor João Martins é convidado para produzir o seu primeiro álbum, com 11 temas, que intitulam "Não Sei Se Mereço", onde participa Mário Gramaço (ex- Roquivários) no saxofone. O álbum, editado pela Movieplay, é lançado em Junho de 1995.
Com a edição do disco tornam-se conhecidos a nível nacional. O álbum atinge o galardão de Disco de Prata por vendas superiores a 10.000 unidades.
Voltam a realizar para cima de 100 concertos nos anos de 1995 e 1996.
"Não Há tretas", o segundo álbum é gravado nos Estúdios Tcha Tcha Tcha, novamente com produção de João Martins. Este disco contém uma versão de "Nem às Paredes Confesso", para além de "Portugal, o Nosso País" e "Quero Protestar". Este disco fica à beira de conseguir o galardão de Disco de Prata.
Depois da gravação do álbum Filipe Rodrigues junta-se à banda para passar a tocar teclados.
"Até Onde" é o próximo álbum da discografia dos Alcoolémia. Trata-se de um álbum em formato acústico, com temas dos anteriores discos. Neste disco participam, entre outros, Tiago Flores (violino), Diego Gil (voz), Custódio Castelo (guitarra portuguesa), Jorge Gonçalves (violino) e Castora (percussão).
Ricardo Galrito passa a fazer parte dos Alcoolémia, tocando teclados (a banda fica com dois teclistas).
Em 1999 sai Carlos Botelho e entra para o seu lugar Pedro Madeira.
De 2000 a 2004 a banda percorre o país, em concertos.
Em Abril de 2004 participam no concerto "4 Cidades, 100 Artistas, 40 Horas de Música", ao lado de Jorge Palma, Rádio Macau, Toranja ou Despe & Siga.
O quarto álbum da banda intitula-se "Alcoolémia" e inclui dez temas. O último tema deste disco é uma versão de "Chiclete", dos Taxi.
Os restantes temas são originais, no estilo a que a banda nos habitou. Entre esses temas contam-se "Há Quanto Tempo Ando Aqui" , "A Música Nacional (Vamos Tirá-la da Sombra)" e " Já É Tempo... Desta Cidade Acordar".
Filipe Rodrigues não participa na gravação deste disco, uma vez que já deixou de fazer parte do "line-up" da banda.
Como curiosidade refira-se que uma das dedicatórias deste álbum é para o autor deste artigo.
Por: Aristides Duarte

In: Jornal Nova Guarda 28-10-2009</p>


publicado por Alcoolémia às 21:44
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Segunda-feira, 13 de Setembro de 2010
D-A-D + GUN + Alcoolémia 2009-11-06 LISBOA - CAMPO PEQUENO
Quatro letras bastam. Foi efectivamente, uma noite de r.o.c.k. E, apesar de se celebrar o regresso de bandas (quase) esquecidas, não se tratou de nenhuma revisitação paleontóloga do estilo, até porque a proficua ponte entre o final dos anos 80 e o inicio dos anos 90 foi "só" há vinte anos. Numa praça quase repleta, pulsava a vontade de curtir clássicos do tempo em que a rádio passava música "pesada" e nas discos se ouvia hard rock. Novinhos nessa era, público e bandas mantinham-se joviais na atitude, desde logo, com os Alcoolémia que começaram por aqueçer uma noite meio chuvosa. A banda da margem sul do Tejo, que já lançou quatro albuns esteve à altura da ocasião, dando boa mostra de si em material próprio e na versão de «Keep On Rocking In The Free World» com que encerrou uma enérgica actuação. A espaços, até de rock mais duro que os Gun, que não sairam muito favorecidos pelas condições de som. Ainda assim, o grupo escoçês não defraudou as expectativas de quem ainda se lembrava dele e de canções como «Welcome To The Real World» e «Don´t Say It´s Over». De facto, na hora em que esteve em palco, o quarteto mostrou porque são várias as malhas estraíveis dos três primeiros álbuns como se ouviu na correspondência aos refrões de «Better Days», «Word Up» ou «Steal Your Fire» já no final. Toby Jepson, ex-Little Angels, é o novo vocalista, que deixa a banda dos irmãos Gizzy um pouco aquém de outros tempos. Em grande mesmo estiveram os D-A-D, em que melhorou tudo, desde som, performance e atitude rock´n´roll. Jesper Binzer é o frontman que se conhece, o irmão Jakob nem precisava de look Slashy para confirmar que é um grande guitarrista e Stig Pederson é um 1,90m de glamour, fora os saltos altos e o baixo de néon transparente de... duas cordas! O novo álbum «Monster Philosophy» esteve em evidência em bons temas como «Beautiful Together» e «Revolution», mas foi através de «True Believer» logo abrir, «Point Of View» ou Bad Crazyness» que os dinamarqueses levaram bancadas e arena ao rubro. Como excelentes músicos que são, os D-A-D dão-se ao luxo de fazer a festa com semi-improvisações pelo meio, num inspirado «Sleeping My Day Away» com o dobro da duração e da alma. Para fecho, um tocante »Laugh ´N a 1/2» a meias entre os irmãos Binzer e o público, epítome da entrega recíproca que foi este concerto. [N.S.]
In: LOUD! Nº106 - DEZEMBRO 2009


publicado por Alcoolémia às 23:20
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Domingo, 12 de Setembro de 2010
ALCOOLÉMIA COMEMORAM 18 ANOS DE EXISTÊNCIA.
Os Alcoolémia comemoram 18 anos de existência. Atingiram, oficialmente,a maioridade
e há festa na Caparica! Renhau-Nhau live|act|café foi o local onde decorreram as comemorações,
ao longo de uma noite extremamente divertida e movida pelo Rock and Roll. As magníficas condições
sonoras, presentes neste espaço, jogaram a favor da banda, para que tudo corresse pelo melhor.
E correu. A plena coordenação entre os vários elementos da banda resultou num som coeso e potente
que agarrou o público e o fez vibrar, do início ao fim. O Rock foi a língua dominante,quer nos temas
de crítica, nas baladas ou mesmo nos covers ("Seven Nation Army", "Chiclete","Nem às Paredes Confesso"
e "Keep Rockin in the Free World"). As músicas do primeiro e quarto discos foram as mais abordadas,
nomeadamente, "Não Sei Se Mereço"e "Fico à Espera", respectivamente.
A interactividade com a plateia fez-se sentir, continuamente, de um modo fantástico, tendo tido
três pontos altíssimos: o primeiro, durante a "brincadeira", em que o público contribuiu com fortíssimos
"HEY", nos pontos chaves da música; o segundo, em que o baixista (que possuía um sistema de wireless
no seu instrumento) desceu do palco e veio tocar para o meio dos excelentíssimos e activos espectadores,
fazendo um pouco de teatro com os mesmos; o terceiro, quando todos tiveram a oportunidade de gritar a
plenos pulmões "EU NÃO SEI SE MEREÇO ESTA VIDA DE CÃO", mas como nem sempre é possível ultrapassar
a cepa torta "VOU CHAMAR A MINHA MÃE". A banda, no final do concerto, e como agradecimento pelo apoio
que tem recebido, tocou o tema da Rádio Super FM. Sendo dia de festa, não poderiam faltar o bolo e as velas.
E neste caso a música passou aos tradicionais "Parabéns", cantados e dedicados por uma plateia cativada
e saciada, por tão agradável concerto, mas acima de tudo, por ver que ainda há bandas (poucas... muito poucas que não são consumidas pela idade.
IN: Por Martim Broa em www.tuguitarras.com/cms/view/id/758/</p>


publicado por Alcoolémia às 23:32
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Sábado, 11 de Setembro de 2010
ALCOOLÉMIA COM ALTERAÇÃO DE LINE-UP
Ola amigos e amigas, neste momento os Alcoolémia encontram-se em fase de audições para baterista que irá fazer parte do line up da banda, e assim que possível podermos retomar a composição e posteriormente a futura gravação do nosso 5º album.
Conseguimos participar no Musicas pelo Espichel no passado dia 10 Setembro graças ao nosso amigo Nuno Brito, que por diversas vezes já colaborou com os Alcoolémia como baterista.
Outra novidade é que os Alcoolémia voltaram a formação de 5 elementos, como no inicio da banda, prescindindo assim de teclados.
Para aqueles que acompanham a carreira dos Alcoolémia e apreciam tanto videos de actuações ao vivo como participações em promoções televisivas, entrevistas, pode pesquisar no Youtube.
Adicionámos recentemente alguns videos velhas relíquias de outros tempos, entre os quais, os videos do Seixal Rock 94.
Outra novidade é que esgotámos os 5.000 amigos do Facebook do "Alcoolémia Alcoolemia", e já foi criado um segundo Facebook "Alcoolémia Rock".
Pedimos a todos os amigos e amigas que tentaram adicionar o Alcoolémia Alcoolemia que ainda não foram adicionados o favor de optar pelo 2º para podermos adicioná-los.
Em breve mais novidades da banda.
Alcoolémia 2010


publicado por Alcoolémia às 23:23
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Segunda-feira, 16 de Novembro de 2009
ALCOOLÉMIA CAMPO PEQUENO NA 1ª PARTE D.A.D + GUN COM "ROCK´IN THE FREE WORLD" TEMA DE NEIL YOUNG



ALCOOLÉMIA CAMPO PEQUENO NA 1ª PARTE D.A.D + GUN COM "NÃO SEI SE MEREÇO"


publicado por Alcoolémia às 16:43
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pesquisar
 

A Banda

ALCOOLÉMIA 2012:
João Beato (Voz)
Manelito (Guitarra ritmo)
Pedro Madeira (Guitarra solo)
Carlos Cardoso (Baixo)
Ivo Barata (Bateria)

CONTACTO PARA ESPECTÁCULOS:
Alcoolémia Management:
Telemóvel: 916559753
E-mail: manelito_alcoolemia@hotmail.com

Albuns

"Não sei se mereço"



Gravado no estudio Heaven Sound
Técnico: João Martins
Misturas: João Martins e Alcoolémia
Produção: João Martins
Edição Digital: Zé Motor

-Não sei se mereço
-Até o mundo acabar
-Vizinha linguaruda
-Só tu e eu (uma história mal contada)
-509 (Instrumental)
-Curtir a vida
-Quero-te ver nua
-Batam com a cabeça no chão
-Intruja
-Não quero vida de militar
-Para quê sonhar

Festa de lançamento - Paradise Garage - Lisboa

Singles:
Para quê sonhar - Colecção Super Jovem



"Não há tretas"



Gravado no estudio Tcha Tcha Tcha
Técnico: Rui Dias
Produtor: João Martins
Concepção e design gráfico: Dupla
Fotografia: Darin Pappas

-Nem às paredes confesso
-Portugal o nosso país
-Apostei... o carro...
-Cuidado... o diabinho anda à solta
-Fugir para quê
-Tenho medo, diz uma criança
-Quero protestar
-A minha sorte não quer mudar
-Sinto falta de uma mulher
-Hoje é dia para desbundar
-Morrer devagar


Participações especiais:
"Portugal o nosso país", "Apostei... o carro...",
"Fugir para quê", "Morrer devagar" - Teclas: Alexandre Dinis
"Portugal o nosso país", "Quero protestar",
"Morrer devagar" - Coros: Fernanda Lopes e Laura Pereira
"Apostei... o carro..." - Guitarra: Rui Dias


Apresentação para a imprensa na Casa do Vinho do Porto no Bairro Alto com a presença na Guitarra Portuguesa de Antonio Chainho


Festa de lançamento - Rock City - Lisboa

Singles:
"Portugal o nosso país" - distribuido gratuitamente dia 10 Junho
Para rádios, com 3 temas:
"Fugir para quê"
"Nem às paredes confesso"
"Cuidado... o diabinho anda à solta"

"Até onde" (acústico)"



Gravado no estudio Namouche e Um só Céu.
Engenheiros de som: João Pedro de Castro e Jonathan Miller.
Misturas: Estúdios Um só Céu em Maio e Junho de 1998.
Engenheiro assistente: Cláudio Silva
Masterização: Estúdios Áudio Pró por Paulo Jorge
Produção: Jonathan Miller
Concepção e Design Gráficos: Dupla
Fotografia: Paulo Moreira


-Até onde posso ir
-Quero protestar
-Portugal o nosso país
-Quem és tu
-Sinto falta de uma mulher
-Só tu e eu (uma história mal contada)
-Para quê sonhar
-Não sei se mereço
-Fugir para quê
-Morrer devagar


Musicos convidados:
"Portugal o nosso País" - Guitarra Portuguesa: Custódio Castelo; Coros: Catarina Pereira; Violoncelo: Pedro Gonçalves

"Até onde posso ir" e "Morrer devagar" - Violino: Nuno Flores (CORVOS)

"Quero protestar" - Violino: Jorge Gonçalves; 2ª voz Diego Gil (FLOOD)

"Quem és tu" - Violino: Jorge Gonçalves

"Só tu e eu (uma historia mal contada)" - Flauta: Joaquim Santos

"Para quê sonhar" - Percurssão: Castora (DELFINS)


"Festa de lançamento - Freiras - Moita
Singles:
"Para rádios, com 1 tema: "Quero protestar"


"Alcoolémia"



Gravado no Rockstudio entre Janeiro e Maio de 2007, por João Miranda/Alcoolémia, assistente Ivo Gancho.

Misturado por António Pinheiro da Silva e Pedro Madeira em Maio de 2007, colaboração de Jorge Miranda.

Masterizado por Joe Gastwirt no J.G. Mastering em Julho de 2007 em Los Angeles U.S.A.

Concepção e Design Gráfico: Nelson Carmo e Jorge Miranda.

Logo Alcoolémia: Jorge Simão (Devir) colaboração Manelito.

Fotografia: Antonio Gamito no ST Terrasse - AMORA.

Bateria gravada por Rui Freire.


- Já e tempo... (desta cidade acordar).
- Tudo o que quero ter.
- Ha quanto tempo ando aqui.
- São sempre os mesmos.
- Fico à espera...(quero ver o fim).
- O mundo não é!
- Queria roubar-te um beijo.
- A musica nacional (vamos tirá-la da sombra)
- Areia de pedras salgadas
- Chiclete (cover rock do tema dos Taxi)


Musicos convidados:
"O mundo não é" - Violoncelo Davide Zaccaria.

"São sempre os mesmos" e "A musica nacional (vamos tirá-la da sombra)" scratch por DJ X-Acto.

"A musica nacional (vamos tirá-la da sombra)" - saxofone tenor Carlos Sousa, trompete Helder Lopes, saxofone alto Paulo Horta, trombone Bruno Encarnação.

"Tudo o que quero ter" arranjos adicionais de guitarra João Miranda.


COLÊCTANEAS, TEMA, EDITORA:
Heróis do Rock - "Não sei se mereço" - VIDISCO 1997
A Idade do Pecado - "Não sei se mereço" - BMG 1996
Exctamation - "Não sei se mereço"- BMG 1997
Pop Rock - "Não sei se mereço"- BMG 1998
Não sei se mereço - "Não sei se mereço" - MOVIEPLAY 2004
Portugal Pop - "Portugal o nosso país" - BMG 1997
Heróis do Rock - Sou metade sem ti - "Portugal o nosso país" - VIDISCO 1998
Homem do Leme - "Portugal o nosso país" - MOVIEPLAY 2004
Rua do Carmo - "Quero Protestar" - MOVIEPLAY 2004

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Como tudo começou

Os Alcoolémia são uma banda da Amora, criados no ano de 1992, com a formação de Jorge Miranda (voz), Manelito (guitarra) Pedro Guerreiro (baixo), João Miranda (guitarra solo) e Hugo Fernandes (bateria), com uma linhagem de composição que tinha por base o rock, variando a textura sonora ora com punk rock, hard rock, com o pop, na busca de uma sonoridade própria. Gravaram a 1 demo-tape com 3 temas or...iginais "Quero-te ver nua", "Curtir a vida" e ainda "Alcoolémia" um instrumental.
O primeiro destaque dos Alcoolémia começou com a participação na meia final do Seixal Rock 92, onde vieram a ser umas das bandas revelação do concelho.
O ano de 1993 foi decisivo para a banda, com a saida de João Miranda como guitarrista, passando a exercer as funções de técnico de som e com a entrada para guitarrista solo de Carlos Botelho.
Em Abril gravaram a 2ª demo-tape com os temas "Não sei se mereço", "Vizinha linguaruda" , "509" , "0,5" (ambas instrumentais), e ainda "Quero-te ver nua" e "Curtir a vida" com novos arranjos.
Em Junho foram convidados para o palco principal das Festa Populares do Seixal.
Ainda esse ano ganham o 1º Prémio no Concurso de Musica Moderna de Setubal, e o 1º Concurso de Musica Moderna de Castelo de Paiva.
Uma das rádios mais prestigiadas da margem sul do Tejo, a Super FM, mostrou interesse pela banda, onde se sucederam entrevistas, chegando a um notável destaque em air-play.
O tema "Não sei se mereço" catapultou a banda para a notoriedade, resultando uma maior procura da banda para espectáculos.
A também a prestigiada rádio de Lisboa - "Energia - N.R.J." deu destaque aos Alcoolémia através do seu programa "Santos da Casa".
Em 1994 ganharam o Seixal Rock 94, e foram convidados para banda suporte da tour em Portugal da banda Heavy Metal da Argentina, os conceituados "Rata Blanca".
Os Alcoolémia durante o ano de 1994 fizeram cerca de 100 espectáculos.
Em Setembro de 1994 "pela mão" do produtor João Martins conhecido pelo seu trabalho com os Braindead e os Da Weasel, deram inicio à gravação de 11 temas no estudio Heaven Sound em Almada, que resultou no 1º album chamado "Não sei se mereço", com participação do ex-Rock & Varios o Mario Gramaço no saxofone.
Em Janeiro de 1995 saiu da banda Pedro Guerreiro entrando para o seu lugar Carlos Cardoso.
A banda deu um passo importantíssimo para a sua carreira ao assinar com a agência Mario Dimas Management de Almada "pela mão" do próprio Mario Dimas, conhecido já pelo seu trabalho com bandas tão distintas como os UHF e Xutos e Pontapés.
Ainda neste ano a editora Movieplay assinou contrato com os Alcoolémia.
Em Maio de 1995, a revista Super Jovem lançou num dos seus números o single "Para Quê Sonhar" que se tornou num dos grandes êxitos do grupo, culminando na eleição dos Alcoolémia para a 3ª melhor banda nacional em votação dos seus leitores.
A banda em Junho desse anos gravou o videoclip do tema "Não Sei Se Mereço".
O album "Não sei se mereço" foi lançado em Junho, e conseguiu um enorme sucesso, entrando directamente para o 14º lugar na tabela do Made in Portugal, chegando a 7º lugar umas semanas depois.
A festa de lançamento do album "Não sei se mereço" foi realizado na Gartejo em Lisboa a 4 Julho.
O canal Francês MCM, fez uma reportagem da banda em Lisboa e posteriormente foi exibida em França, simultaneamente com o videoclip do tema "Não sei se mereço" que viria a ser o maior dos êxitos do grupo.
Em 1996 resultante da excelente receptividade que o disco alcançou junto do público nomeadamente, por vendas superiores a 10.000 unidades, foi-lhes atribuído em Março desse mesmo ano o galardão de disco de Prata, entregue pelas mãos de Herman Jose no seu programa Parabéns na RTP1.
A música do grupo é suportadada por uma forte presença em palco, e conseguem nos seus espectáculo intercalar algumas baladas, com o som mais rock e a simplicidade do pop com a energia do punk.
Argumentos que tornaram os Alcoolémia numa das bandas que mais concertos realizou entre 1995 e 1996 (ascendendo a mais de 100 espectáculos).
Em 1996 o tema "Não Sei Se Mereço" é incluido na colectânea "A idade do pecado" editada pela BMG.
Em Fevereiro de 1997 os Alcoolémia gravaram no estúdio "Tcha Tcha Tcha" em Miraflores, o 2º album de título "Não há Tretas" com produção a cargo de João Martins conhecido pelo seu trabalho com Rio Grande, Rui Veloso, Sérgio Godinho, Clã entre outros, e Rui Dias (ex-guitarrista de Quinta do Bill e UHF) como técnico assistente.
Este disco conta ainda com a participação de Alexandre Dinis nos teclados, bem como de Fernanda Lopes e Laura Pereira nos coros.
Finalizada a gravação do album, a banda passou a contar com mais um elemento, Filipe Rodrigues nos teclados.
Em Junho de 1997 foi realizada uma pequena apresentação em exclusivo para a imprensa, na Casa do Vinho do Porto no Bairro Alto, contando com a preseça de António Chainho na Guitarra Portuguesa que acompanhou os Alcoolémia no fado "Nem as Paredes Confesso".
Como acto de promoção aquando da comemoração do dia de Portugal e das Comunidades (10 de Junho), foram oferecidos 5.000 singles do tema "Portugal o Nosso País".
A festa de apresentação ao público do álbum, ocorreu a 9 Julho no Rock City em Lisboa.
Em Julho é lançado no mercado o álbum "Não Há Tretas", com 10 temas originais e uma versão rock do popular fado "Nem às Paredes Confesso", destacando-se ainda os temas "Portugal o Nosso País", "Quero Protestar" e ainda o "Morrer Devagar".
Seguiu-se um ano de estrada, onde a banda mostrou um amadurecimento notável.
O album "Não há Tretas" a nível de vendas fica perto de atingir o galardão de disco de prata.
Nesse mesmo ano, o ponto alto para a banda da margem sul foi o facto de serem galardoados pela Câmara Municipal do Seixal, com a "Medalha de Prata" de Mérito Cultural ..."pelo modo como tinham contribuído para o desenvolvimento das Artes e Cultura nas suas variadas expressões no concelho do Seixal".
Em 1997 o tema "Não Sei Se Mereço" é incluído na colectânea "Heróis do Rock" pela edtora Vidisco.
Ainda em 1997 o tema "Não Sei Se Mereço" é incluído na colectânea "Exactamation" pela editora BMG.
Em 1997 o tema "Portugal o Nosso País" é incluido na colectânea "Portugal Pop" pela editora BMG.
Em destaque a participação no 5º Aniversário da SIC em Outubro.
Para além dos inúmeros concertos realizados por todo o país, os Alcoolémia iniciaram o processo de pré-produção do 3º álbum com o engenheiro de som Jonathan Miller na margem sul, na Aroeira.
Em 1998 o tema "Não Sei Se Mereço" é incluido na colectânea "Pop Rock" pela editora BMG.
Ainda em 1998 o tema "Portugal o Nosso País " é incluído na colectânea "Heróis do Rock - Sou Metade Sem Ti" pela Vidisco.
Os Alcoolémia passaram a ser agenciados pela Alien Produções sediada em Fafe.
O 3º album (acústico) "Até Onde" foi gravado nos estúdios Namouche e 1 Só Céu e conta com várias versões de temas dos anteriores registos e ainda de dois temas inéditos: "Até Onde Posso Ir" e "Quem És Tu".
Este álbum conta com várias colaborações nomeadamente, Diego Gil (ex-Flood) que canta em castelhano em dueto com Jorge Miranda no tema "Quero Protestar"; Nuno Flores no violino; Custódio Castelo na guitarra portuguesa; Jorge Gonçalves no violino; Pedro Gonçalves no violoncelo; Joaquim Santos na flauta; Castora (ex-Delfins) na percussão e ainda de Catarina Pereira nos coros.
A banda gravou o videoclip do tema "Quero Protestar".
A banda passou a contar com mais um elemento o Ricardo G. como 2º teclista.
A rápida aceitação do recente álbum, levou a Antena 1 a convidar a banda para a apresentação do mesmo no seu auditório num programa emitido em directo.
O videoclip do single "Quero Protestar" foi apresentado no Programa Made In Portugal e esteve várias semanas em airplay no Canal Sol Música, incluíndo uma reportagem especial em Outubro de 1998.
O album "Até Onde" foi oficialmente apresentado na margem sul do Tejo a 13 Novembro no Freiras Bar na Moita, com Diego Gil e Nuno Flores como convidados especiais.
Em 1999 os Alcoolémia participaram na festa do 2º Aniversario do Jornal Inside na Gartejo em Lisboa.
Participam na festa de entrega dos prémios Jornal Raio-X no Fórum Lisboa, cerimónia transmitida posteriormente no Canal Sol Música.
Participam também na ExpoMusica na Exponor no Porto.
Em destaque o espectáculo em acústico no Centro Cultural de Belem - Lisboa.
Os Alcoolémia gravaram o videoclip do single "Até Onde Posso Ir", um dos temas mais bem conseguidos deste album (uma bela balada), com uma textura acústica valorizada pela voz rouca de Jorge Miranda com participação de Nuno Flores no violino.
Em destaque a participação no Espectaculo de Solidariedade por Timor Lorosae na Praça Sony em Lisboa.
Em Finais de 1999 sai Carlos Botelho e entra para o seu lugar Pedro Madeira que traz novo fôlego à banda com a sua criatividade.
No inicio do ano de 2000 a banda voltou aos espectáculos um pouco por todo o país.
Em destaque a participação no Espectaculo Amor por Moçambique no Pavilhão Atlântico em Lisboa.
Em 2001 os Alcoolémia passaram a ser agenciados pela Estrada & Varios sediada nas Olaias.
A tour do album "Até onde" estendeu-se até final de 2002, tendo a banda realizado mais de 200 espectáculos percorrendo o país de Norte a Sul e Ilhas.
Os Alcoolémia iniciaram o processo de composição do 4º album, em simultâneo com actuações ao vivo um pouco por todo o país.
Em Agosto de 2002 foi celebrado o 10º aniversário com um espectáculo enquadrado nas Festas da Cidade de Amora que serviu como arranque à tour "10 anos", com vários espectáculos um pouco por todo o país.
Em 2003 os Alcoolémia passaram a ser agenciados pela Terra da Música sediada em Lisboa.
O tema "Quero Protestar" é incluído na colectânea "Rua do Carmo" pela editora Movieplay em 2004.
Ainda em 2004 o tema "Portugal o Nosso País " é incluído na colectânea "Homem do Leme" pela editora Movieplay.
Em Abril de 2004 participaram no "4 Cidades 100 artistas 40 horas de música "no 100% Musica Portuguesa" com Paulo Gonzo, João Pedro Pais, Radio Macau, Jorge Palma, Toranja, Despe & Siga entre outros...
A banda volta aos espectáculos um pouco por todo o país.
Em Outubro de 2004 foi criado o Blog Oficial da banda em: http://alcoolemia.blogs.sapo.pt/, que conta já com mais de 30.000 visitas.
Em 2004 o tema "Não Sei Se Mereço" é incluido na colectânea "Não Sei Se Mereço" pela editora Movieplay.
Em 2005 iniciou-se a pré-produção do 4º album com o técnico João Miranda no RockStudio no Feijó.
Em Março de 2005 foi criado o myspace oficial da banda: http://www.myspace.com/alcoolemia que conta actualmente com mais de 800.000 visitas.
Durante o ano de 2005 a banda rescindiu contrato com a sua editora de sempre a Movieplay.
Em inícios de 2006 os Alcoolémia voltaram aos espectáculos onde já incluiram alguns dos novos temas do futuro 4º álbum.
Nesse mesmo ano os Alcoolémia voltaram a ser agenciados pela Alien Produções sediada em Fafe.
Entre Janeiro e Maio de 2007 os Alcoolémia gravaram no RockStudio no Feijó o seu 4º album com produção de João Miranda, com mistura da dupla Pedro Madeira e Tó Pinheiro da Silva engenheiro de som (conhecido pelo seu trabalho com os Madredeus, Dulce Pontes, entre muitos outros) e masterizado nos E.U.A pelo conceituado Joe Gastwirt, conheçido pelo seu trabalho com Ramones, Talking Heads, YES, Jimi Hendrix, The Grateful Dead, Paul McCartney, Pearl Jam entre muitos outros.
O 4º album chama-se "Alcoolémia" e foi lançado no mercado em finais de 2007, com 9 temas originais e uma versão da "Chiclete" dos Taxi.
Destaca-se neste álbum por um lado o rock que caracteriza o grupo nos temas "Há quanto tempo ando aqui" e "Já é tempo...desta cidade acordar" por outro a balada rock eleita para 1º single "Fico à espera..(quero ver o fim) e finalmente a canção de amor "Areia de pedras salgadas".
Já com uma atmosfera totalmente diferente conjugando o hip-hop o funky e o rock nos temas "A musica nacional (vamos tirá-la da sombra)" e "Sempre os mesmos" que incluem uma novidade sonora na banda o scratch pelas mãos de Dj X-Acto.
Participam na gravação deste album Davide Zaccaria no violoncelo, Dj X-Acto no scratch, Carlos Sousa no saxofone tenor, Helder Lopes no trompete, Paulo Horta no saxofone alto, e Bruno Encarnação no trombone.
Em Setembro de 2007 os Alcoolémia participaram na Musicalia na FIL na Expo. Em Outubro de 2007 os Alcoolémia assinaram um contrato de licenciamento para o seu 4º album com a editora Espacial.
A festa de apresentação do album foi feita no Hard Rock em Lisboa no dia 3 Dezembro.
Em 2008 os Alcoolémia passaram a ser agenciados pela Spot, ex-Reunião, sediada em Lisboa.
A 1ª edição do 4º album, esgotou.
A banda gravou o videoclip do single "Fico à espera...quero ver o fim" que foi disponibilizado no youtube e conta actualmente com mais de 50.000 visualizações.
Os temas "Há quanto tempo ando aqui" e "Areia de pedras salgadas" fizeram parte da telenovela juvenil "Rebelde Way" transmitida no canal nacional SIC.
Ainda em 2008 o album foi posto à venda on-line, na MusicaOnline, na Qmusica, Jo-Jo..s Music, entre outros sites.
Ainda nesse ano foi criado no Youtube, o canal de Alcoolémia, que conta com mais de 300.000 visualizações entre os diversos videos da banda.
O 4º album "Alcoolémia" esgota a 2ª edição.
O 2º single "Queria roubar-te um beijo" foi regravado com o novo vocalista João Beato, que entrou para os Alcoolémia em inicio de 2009.
Destaca-se durante o ano de 2009 os vários espectáculos realizados um pouco por todo o país, e as duas actuações no Campo Pequeno, em Junho na 1ª parte de Russ Ballard, e em Novembro na 1ª parte de D.A.D e GUN.
Em Agosto de 2010 os Alcoolémia abdicam de teclados, passando a ter 5 elementos.
Destaque para a participação da banda no Festival Músicas pelo Espichel.
Em 2011 entrada para a bateria de Ivo Martins.
Os Alcoolémia regravam o hino da Radio Super FM.
O tema "Até o mundo acabar" entra na banda sonora do Filme "Até onde" realizado pelo Carlos Barros.
Em destaque ainda para este ano da 1ª parte no Pavilhão do Restelo dos FM e D.A.D
Os Alcoolémia estão neste momento a preparar o seu 5º album de originais com edição prevista para 2012 que servirá de suporte para a Tour Comemorativa dos 20 anos de carreira da banda.

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