Sexta-feira, 30 de Maio de 2008

OS ALCOOLÉMIA PASSARAM PELA SESIMBRA FM E FALARAM COM O JORNAL DE SESIMBRA

Os Alcoolémia, banda de Rock da margem sul do Tejo, regressaram em finais de 2007 com uma grande aposta, o seu 4º álbum de originais, no mesmo ano que assinalaram os seus 15 anos de carreira.

Este CD conta com 10 temas, 9 originais e uma versão rock do tema "Chiclete", dos Táxi. Neste regresso tão aguardado, a banda contou ainda com a participação especial do DJ X-Acto no scratch, de Davide Zaccaria no violoncelo, de Carlos Sousa no saxafone tenor, de Helder Lopes no trompete, de Paulo Horta no saxafone alto, e ainda de Bruno Encarnação no trombone.

O trabalho discográfico foi gravado por João Miranda, no Rockstudio, misturado pelo Tó Pinheiro da Silva e masterizado por Joe Gastwirt, nos E.U.A, conheçido pelo seu trabalho com bandas internacionais tais como Talking Heads, Ramones, Paul MacCartney, Pearl Jam, entre outros.

Um álbum que está a ter uma boa aceitação, tendo já alcançado os Tops de muitas rádios nacionais e locais.



Os Alcoolémia são:

Jorge Miranda - Vocalista

Pedro Madeira - Guitarra Solo

Ricardo Galrito - Teclados

Carlos Cardoso - Baixo

Manelito - Guitarra Ritmo



Jornal de Sesimbra (JS): Esta banda forma-se numa garagem.

É assim que tudo começa?

Manelito (M): Tudo começou por brincadeira, éramos um grupo de amigos que decidiu formar uma banda, ensaiávamos numa garagem, como a maioria das bandas nacionais e não só, e com o passar do tempo as coisas foram-se tornando sérias, participámos em vários concursos e ganhámos alguns prémios.

Surgiu depois o convite para gravar um CD, negociámos com uma editora e foi assim que as coisas aconteceram.

Posso dizer que tudo aconteceu muito rapidamente.

O tema "Não sei se mereço", conquistou as rádios locais e a partir daqui começamos a conquistar o público e a ganhar audiências.

E já lá vão 15 anos.

Uma banda tem sempre altos e baixos, como tudo na vida, mas acho que temos defendido bem o nosso papel e agora vamos ver como as coisas vão correr daqui para a frente.

JS: O balanço destes 15 anos é positivo?

Manelito: Ter uma banda acarreta algumas dificuldades, e nem sempre tudo corre bem.

Passámos algumas fases mais complicadas, tal como a saída de alguns elementos.

Foram situações que acabaram por influenciar tudo o que envolvia este projecto.

Mas este novo trabalho deu-nos outra motivação, vemos este álbum como um novo recomeço.

A entrada de um novo elemento, o Pedro Madeira, e o regresso de um outro elemento, fez com que ficássemos uma vez mais compostos a 100% e com a força necessária para
seguir em frente.

O Pedro foi uma lufada de ar fresco, a tal inovação que precisávamos para partir daqui para outros projectos.

Acreditamos que este álbum é o trampolim para novos projectos e novas ideias.

Jorge (J): Se pudéssemos alterar algumas coisas no nosso percurso, talvez o fizéssemos.

Estivemos muito tempo parados, temos 15 anos de existência e apenas 4 CD´s, o que acaba por quebrar o ritmo.

Além dos problemas que existiram, esta pausa foi também o resultado de termos ficado sem editora, e tudo isto retirou-nos a vontade e a motivação.

O balanço que faço é positivo.

Não acabámos, como muita gente pensou, acabámos foi por ultrapassar estas situações e mostrar que ainda estamos no activo e com muito para dar.

Mas reconheço que este interregno não deveria acontecer numa banda, deveríamos ter tido um ritmo de trabalho diferente.

JS: Este álbum difere um pouco dos outros, um dos temas é uma nova versão do tema "Chiclete", dos Táxi.

Manelito: Sim, este trabalho foi gravado pelos nossos próprios meios, fomos nós que fizemos o investimento e deste modo foi feito de acordo com as nossas possibilidades.

Digamos que foi feito aos poucos, mas com muito cuidado, empenho e dedicação.

As músicas mostram também algumas inovações e são temas que transmitem fortes mensagens.

A escolha da música dos Táxi, aconteçeu não só por ter sido uma música que todos ouvíamos, mas também porque tem uma letra bastante actual.

Continuamos a viver num mundo de consumismo, onde "mastigamos e deitamos fora".

JS: A vossa música é dirigida a um público específico?

Manelito: Sinceramente, nunca pensámos nisso, mas posso dizer que apenas neste álbum houve o cuidado de uma ou outra música ter uma linguagem mais simples, de modo a ser mais facilmente captada pelos jovens.

No entanto, acreditamos que a nossa música chega a várias faixas etárias.

Exemplo disso, são as pessoas que se dirigem a nós, que começaram a ouvir-nos e que agora vêm aos nossos concertos com os seus filhos.

JS: Jorge, além de vocalista, escreves algumas letras.

As tuas músicas baseiam-se em experiências vividas?

E a vossa aposta passa por cantar sempre em português, ou gostariam de alcançar outros mercados, fora de Portugal?

Jorge: Eu escrevo sobre histórias pessoais, de amigos e do mundo que nos rodeia.

Cantar em português, sim e sempre.

Acho que a nossa língua tem muito que explorar, e através dela termos todas as condições para fazer boa música.

É importante referir que nesta altura existem outros apoios à música portuguesa, mas passar fronteiras, e em português, é muito difícil.

Porque, sejamos realistas, existem milhares de bandas de rock, a concorrência é brutal, não é nada fácil, e nós temos essa consciência.

Sair de Portugal só mesmo para cantar para as comunidades portuguesas, e nós até já temos alguns convites que recebemos com muito agrado.

Mas percorrer o mundo com uma banda de rock portuguesa é muito complicado e, sejamos realistas, as coisas não são assim tão fáceis.

Aliás, cantar em inglês para alcançar outros mercados é legítimo, mas na minha opinião é uma pura ilusão.

O nosso grupo pode estar limitado àquilo que faz, mas é aquilo que nos dá prazer.

JS: Duas das músicas deste CD vão fazer parte da banda sonora de uma telenovela.

Até que ponto é visto por voçês como um reconhecimento pelo vosso trabalho de 15 anos?

Manelito: Quando me contactaram, eu nem queria acreditar.

Fiquei tão nervoso que nem conseguia ter forças para contactar o resto do grupo.

Fiquei muito surpreendido, mas muito contente.

Foi realmente uma grande alegria. Vai ser um bom empurrão para este trabalho, e de certa forma acaba também por ser o tal reconhecimento pelo nosso empenho e dedicação à música portuguesa.

Jorge: Efectivamente temos tido um bom feedback a todo o álbum.

Os elogios que nos chegam são pela qualidade dos temas, pela sonoridade e pelas letras, o que acontece principalmente no tema "Areia de Pedras Salgadas", uma música que tem recebido as melhores críticas e uma das esolhidas para fazer parte de uma nova novela.

JS: O vosso álbum está disponivel nos locais habituais de venda.

Jorge: Exactamente, e o mais importante é que conseguimos negoçiar um preço mais baixo, de modo a ser mais acessível ao público.

Por isso não vão encontrar o nosso trabalho a mais de 10 euros.

Aliás o preço de um CD não é nada apelativo, com a facilidade de copiar, e com a crise que atravessamos. São inadmissíveis os preços praticados, mas só no nosso país um CD chega ao consumidor com um valor tão alto.

Isto porque sabemos que os CD´s saem das fábricas.

Ainda que as editoras ganhem algum, são os locais de venda que colocam uma grande percentagem na venda dos CD´s e são, realmente, valores exorbitantes.

Este sector atravessa uma fase muito difícil e é importante que os artistas, as editoras e todos os envolvidos nesta área unam esforços e arranjem alternativas para que o mercado saia da situação em que se encontra.

Não basta dizer que as coisas estão más e deitar as culpas à pirataria, é necessário tomar medidas e arranjar outras soluções para o problema.

Outra questão é o facto de a música não ser vista pelo próprio governo do mesmo modo que um livro.

É aplicado um IVA diferente e eu pergunto: Porquê?

Não faz parte da cultura? Será a música algo à parte?

Sinceramente não compreendo, porque estamos a falar de diferenças significativas de IVA, falamos de 5% para os livros e de 19% para a música.

E estando este sector em declínio- e quando falamos disto, estamos a falar de muita gente que foi parar ao desemprego - é urgente mudar de atitudes, alterar leis e começar a fazer alguma coisa.

JS: Uma mensagem final.

Manelito: Oiçam música portuguesa e o nosso trabalho, e estejam atentos aos nossos espectáculos.

E que daqui a 15 anos, na comemoração dos 30 anos dos Alcoolémia a gente se encontre no Pavilhão Atlântico num grande concerto da banda.

Quem sabe?

Jorge: Acrescento apenas que já estamos a trabalhar no próximo álbum e que desta vez vamos tentar manter o tal ritmo.

Andámos pelas estradas do nosso país e é por ai que vamos andar nos próximos tempos, a mostrar estas e outras músicas.

Por isso estejam atentos, porque os nossos concertos prometem.

Os Alcoolémia estão bem e de saúde, e prometem que a partir de agora outros projectos se seguirão a este álbum.

É certo que este CD surge como uma novidade para alguns e um regresso em força para outros.

Para nós é um recomeço cheio de motivação.

In: Jornal de Sesimbra Nº 329 Ano 29º Março 2008 Texto: Sónia Faria Lopes

publicado por Alcoolémia às 03:31
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Ouve aqui a discografia dos Alcoolémia completa.

A Banda

ALCOOLÉMIA 2017:
João Beato (Voz)

Manelito (Guitarra ritmo/Voz)

Pedro Madeira (Guitarra solo/Voz)

Bruno M. Paiva (Baixo)

Marcio Monteiro (Bateria)


CONTACTO PARA ESPECTÁCULOS: Antonio Alves
E-mail: alcoolemia.boocking@gmail.com
Telefone- +351 965 697 667

Albuns

"Não sei se mereço" 1995



Gravado no estudio Heaven Sound
Técnico: João Martins
Misturas: João Martins e Alcoolémia
Produção: João Martins
Edição Digital: Zé Motor

-Não sei se mereço
-Até o mundo acabar
-Vizinha linguaruda
-Só tu e eu (uma história mal contada)
-509 (Instrumental)
-Curtir a vida
-Quero-te ver nua
-Batam com a cabeça no chão
-Intruja
-Não quero vida de militar
-Para quê sonhar

Festa de lançamento - Paradise Garage - Lisboa

Singles:
Para quê sonhar - Colecção Super Jovem


"Não há tretas" 1997



Gravado no estudio Tcha Tcha Tcha
Técnico: Rui Dias
Produtor: João Martins
Concepção e design gráfico: Dupla
Fotografia: Darin Pappas

-Nem às paredes confesso
-Portugal o nosso país
-Apostei... o carro...
-Cuidado... o diabinho anda à solta
-Fugir para quê
-Tenho medo, diz uma criança
-Quero protestar
-A minha sorte não quer mudar
-Sinto falta de uma mulher
-Hoje é dia para desbundar
-Morrer devagar

Participações especiais:
"Portugal o nosso país", "Apostei... o carro...",
"Fugir para quê", "Morrer devagar" - Teclas: Alexandre Dinis
"Portugal o nosso país", "Quero protestar",
"Morrer devagar" - Coros: Fernanda Lopes e Laura Pereira
"Apostei... o carro..." - Guitarra: Rui Dias


Apresentação para a imprensa na Casa do Vinho do Porto no Bairro Alto com a presença na Guitarra Portuguesa de Antonio Chainho

Festa de lançamento - Rock City - Lisboa

Singles:
"Portugal o nosso país" - distribuido gratuitamente dia 10 Junho
Para rádios, com 3 temas:
"Fugir para quê"
"Nem às paredes confesso"
"Cuidado... o diabinho anda à solta"

"Até onde" (acústico)" 1998



Gravado no estudio Namouche e Um só Céu.
Engenheiros de som: João Pedro de Castro e Jonathan Miller.
Misturas: Estúdios Um só Céu em Maio e Junho de 1998.
Engenheiro assistente: Cláudio Silva
Masterização: Estúdios Áudio Pró por Paulo Jorge
Produção: Jonathan Miller
Concepção e Design Gráficos: Dupla
Fotografia: Paulo Moreira


-Até onde posso ir
-Quero protestar
-Portugal o nosso país
-Quem és tu
-Sinto falta de uma mulher
-Só tu e eu (uma história mal contada)
-Para quê sonhar
-Não sei se mereço
-Fugir para quê
-Morrer devagar

Musicos convidados:
"Portugal o nosso País" - Guitarra Portuguesa: Custódio Castelo; Coros: Catarina Pereira; Violoncelo: Pedro Gonçalves

"Até onde posso ir" e "Morrer devagar" - Violino: Nuno Flores (ex-Quinta do Bill)
"Quero protestar" - Violino: Jorge Gonçalves; 2ª voz Diego Gil (FLOOD)

"Quem és tu" - Violino: Jorge Gonçalves

"Só tu e eu (uma historia mal contada)" - Flauta: Joaquim Santos

"Para quê sonhar" - Percurssão: Castora (ex-DELFINS)

"Festa de lançamento - Freiras - Moita
Singles:
"Para rádios, com 1 tema: "Quero protestar"

"Alcoolémia" 2007



Gravado no Rockstudio entre Janeiro e Maio de 2007, por João Miranda/Alcoolémia, assistente Ivo Gancho.

Misturado por António Pinheiro da Silva e Pedro Madeira em Maio de 2007, colaboração de Jorge Miranda.

Masterizado por Joe Gastwirt no J.G. Mastering em Julho de 2007 em Los Angeles U.S.A.

Concepção e Design Gráfico: Nelson Carmo e Jorge Miranda.

Logo Alcoolémia: Jorge Simão (Devir) colaboração Manelito.

Fotografia: Antonio Gamito no ST Terrasse - AMORA.

Bateria gravada por Rui Freire.

- Já e tempo... (desta cidade acordar).
- Tudo o que quero ter.
- Há quanto tempo ando aqui.
- São sempre os mesmos.
- Fico à espera...(quero ver o fim).
- O mundo não é!
- Queria roubar-te um beijo.
- A musica nacional (vamos tirá-la da sombra)
- Areia de pedras salgadas
- Chiclete (cover rock do tema dos Taxi)

Musicos convidados:
"O mundo não é" - Violoncelo Davide Zaccaria.

"São sempre os mesmos" e "A musica nacional (vamos tirá-la da sombra)" scratch por DJ X-Acto.

"A musica nacional (vamos tirá-la da sombra)" - saxofone tenor Carlos Sousa, trompete Helder Lopes, saxofone alto Paulo Horta, trombone Bruno Encarnação.
"Tudo o que quero ter" arranjos adicionais de guitarra João Miranda.


"Palma da Mão" 2014



- Mil Uns de Abril
- Palma da Mão
- Forasteiro Gaibéu
- Ponto de Fuga
- Leva-me Onde Quiseres
- Grandes Feitos
- Alma Rock
- Derrotas da Paixão
- I + I = 4
- P.A.I.

Credits & Notes: - João Beato (vocals and guitar), Pedro Madeira (guitar), Manelito (guitar), Nuno Pereira (bass), Ivo Martins (drums) and Carlos Sousa (sax)
- Additional guest performances by Carlos Cardoso (bass), Duarte Carvalho (drums), Paulo Borges (piano, Hammond and keys), Rute Lopes (backing vocals), Cátia Amorim (backing vocals) and Davide Zaccaria (cello)
- Produced by Pedro Madeira
- Recorded and mixed by Pedro Madeira and João Miranda at Rockstudio (Feijó)
- Mastered by Tó Pinheiro and Pedro Madeira
- Artwork and layout by sELF mADE mAN
- Photos by Paulo Antunes and João Beato
- Music by Pedro Madeira, Manelito and João Beato
- Lyrics by João Beato except "Alma Rock" and "Derrotas da Paixão" by Hugo Costa

COLÊCTANEAS, TEMA, EDITORA:

Heróis do Rock - "Não sei se mereço" - VIDISCO 1997



A Idade do Pecado - "Não sei se mereço" - BMG 1996



Exctamation - "Não sei se mereço"- BMG 1997



Pop Rock - "Não sei se mereço"- BMG 1998



Não sei se mereço - "Não sei se mereço" - MOVIEPLAY 2004



Portugal Pop - "Portugal o nosso país" - BMG 1997



Heróis do Rock - Sou metade sem ti - "Portugal o nosso país" - VIDISCO 1998



Homem do Leme - "Portugal o nosso país" - MOVIEPLAY 2004



Rua do Carmo - "Quero Protestar" - MOVIEPLAY 2004

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Novidades dos Alcoolémia

Os Alcoolémia vão editar no primeiro trimestre de 2017 o seu 6º álbum com versões de temas dos álbuns anteriores que contam com participações especiais de vários artistas, que servirá de suporte para a Tour Comemorativa dos 25 anos de carreira da banda.

Espetáculos para 2017

25 Fevereiro -Re-Censurados pelas 22 Horas, Alcoolémia pelas 00 Horas, no Popular Alvalade - Lisboa.
22 Abril - Alcoolémia + Suspeitos dos Costume + banda convidada, Odemira (Festejos 25 Abril).
12 Agosto - Festas Ladoeiro - Castelo Branco.

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