Segunda-feira, 24 de Março de 2008

ALCOOLÉMIA NA - ARTISTAS & ESPECTÁCULOS'08 - www.artistas-espectaculos.com



Os Alcoolémia voltam à carga em final de 2007 com o seu 4 álbum de originais.
Com a inclusão de 2 temas deste novo trabalho em banda sonora de série televisiva a ser exibida em inicio deste ano de 2008, leva-nos a crer que este será o ano de consagração desta banda da margem sul do Tejo.
A tour de 2008/9 conta com a participação do DJ que participou na gravação do albúm, enriquecendo o espectáculo, de energia característico do rock/musculado/rouco com selo de garantia de 15 anos de experiência a cantar em Português.
AGENTE: Paulo Gil
pjgil@spot.mediacapital.pt/
Tlf.: 214 106 113
EVENTOS SPOT
Rua General Ferreira Martins, nº8, 10-A 1495-137 Miraflores
Tel. 214106111 - Fax. 214106116
www.agenciareuniao.pt
eventosspot@spot.mediacapital.pt

publicado por Alcoolémia às 00:21
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Segunda-feira, 17 de Março de 2008

Alcoolémia 4 album segundo artigo de opinião no http://rinandes.sosblog.com/


Como não podia deixar de ser eu, obrigatóriamente tinha de fazer este comentário.
Desde o dia 23 de Novembro que o 4º album da banda está no mercado (FNAC; WORTEN; JUMBO), são alguns dos locais onde encontra-mos o CD (e que grande CD) desta fantástica banda de rock PORTUGUESA. Energia do primeiro tema até ao décimo com um deslumbrante cover de "Chiclete" um mitico dos Táxi. "FICO À ESPERA...QUERO VER O FIM" é o single de apresentação deste trabalho com o titulo da banda numa estrondante canção de amor. São 10 temas autenticamente de ALCOOLÉMIA, não engana, as criticas e as alegrias vividas pela voz de Jorge Miranda e as emoções escritas e tocadas em duas baladas de Rock, resumidamente está magnifico. Desde o estilo mais Punk até as melodias de amor é tudo cantado na lingua de Camões, este homem agradece a maneira como todas as letras estão escritas.
Tive o prazer de poder ver e ouvir estas musicas ao vivo e devo dizer que a banda recomenda-se, é sem duvida o melhor dos grandes trabalhos feitos desde 1992 pela banda. Muitos Parabéns!
Podes escutar um pouco no blog oficial da banda mas não te esqueças, adquire o CD vale mesmo a pena. http://alcoolemia.blogs.sapo.pt/
Visita a página, lê e ouve um pouco de uma das grandes bandas do nosso pais.
RINANDES

publicado por Alcoolémia às 01:24
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Sexta-feira, 14 de Março de 2008

Alcoolémia em destaque no "Sons puros" em www.frequenciamaxima.com



Os Alcoolémia nascem em 1992 e da sua formação original faziam parte cinco jovens oriundos da margem sul do Tejo. Como tantos outros o projecto começou como uma banda de garagem que conheceu o reconhecimento com a participação no 1º Concurso de Música Moderna - "Seixal Rock 92", foram semifinalistas, e foram considerados uma das bandas revelação de entre um total de 68 projectos. Em 1993 vencem o 1º Concurso de Musica Moderna de Setubal, 1º Concurso de Musica Moderna de Castelo de Paiva .Em 1994 vencem o Seixal Rock 94.
Em Janeiro de 1995 entram em estúdio para o início da gravação do seu primeiro álbum, que atinge um assinalável sucesso, conseguindo em pouco tempo o galardão: disco de prata, por vendas efectivas de 10 mil unidades. Em Fevereiro de 1997 regressam ao estúdio para a gravação de um 2º álbum de originais e onde incluem ainda a versão rock do fado "Nem ás paredes confesso". Gravam o 3º cd em 1998 desta feita um álbum totalmente acústico com a produção de Jonathan Miller, conhecido pelo seu trabalho com Madredeus, Resistência, Delfins, Santos & Pecadores, entre outros, o álbum conta com várias versões de temas dos anteriores registos, assim como 2 inéditos. Iniciam então uma digressão que até hoje os tem levado um pouco por todo o país e transportado a música portuguesa um pouco por todo o mundo onde se encontram comunidades lusas. Neste 4 album com produção de João Miranda, mistura por parte da dupla Pedro Madeira e Tó Pinheiro da Silva, este ultimo conheçido pelo seu trabalho com os Madredeus, Dulce Pontes entre muitos outros, masterizado nos E.U.A pelo conceituado Joe Gastwirt, conheçido pelo seu trabalho com Ramones, Talking Heads, YES, Jimi Hendrix, The Grateful Dead, Paul McCartney, Pearl Jam entre muitos outros. Os Alcoolémia surgem com o 1º single "Fico à espera...(quero ver o fim)" uma balada de rock puro, melodiosa, abrilhantada pela voz rouca de Jorge Miranda, complementada com uma das suas melhores letras recheada de sentimento. "Há quanto tempo ando aqui", "São sempre os mesmos" "Areia de pedras salgadas" são mais três destaques deste cd onde o tema "A música nacional (vamos tirá-la da sombra)" é um apelo contra o marasmo e a indiferença de alguns pela produção musical nacional. De destacar ainda uma nova versão de um mega hit dos anos 80, "Chiclete". A sonoridade deste álbum, é uma incursão por sonoridades diversas que, até aqui, não tinham sido exploradas pela banda mas, também, está presente, em alguns temas, um rock musculado/duro/rouco bem característico da banda. Na certeza, porém, de que tanto os fiéis seguidores desde os primeiros anos como até aqueles que irão ter um primeiro contacto com a sonoridade da banda não ficarão indiferentes, muito pelo contrário. O melhor trabalho da banda a ser descoberto faixa a faixa - Alcoolémia

publicado por Alcoolémia às 23:32
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Quinta-feira, 13 de Março de 2008

ALCOOLÉMIA estiveram na Popular FM a conquistar fãs


ELES ESTÃO DE VOLTA
Alcoolémia é o nome da banda nascida em 1992 no Fogueteiro, mas é também o título do seu quarto álbum, que sai para as ruas nove anos depois de "Até onde", o anterior trabalho.
Com mais de 30 mil discos vendidos e cerca de 500 espectáculos dados em Portugal, Alcoolémia - a banda - é composta por Jorge Miranda (voz), Ricardo Galrito (teclados)
Carlos Cardoso (baixo), Pedro Madeira (guitarra solo) e Manelito (guitarra ritmo) .
Considerado pela banda como o seu melhor álbum, Alcoolémia - o disco - apresenta nove composições originais e uma revisitação do tema "Chiclete", dos Taxi.
Da reflexão sobre "os efeitos da cegueira do capitalismo", presente no tema "São sempre os mesmos" (que conta com a participação especial do DJ X-acto), à apologia da música portuguesa, que se respira na faixa "A música nacional (vamos tirá-la da sombra)", este álbum homónimo fala-nos ainda de amor, na canção "Areia de pedras salgadas".
Alcoolémia é, de acordo com a banda, não só o regresso de "um rock duro e musculado já característico".
É também "uma incursão por sonoridades diversas que não tinham até agora sido exploradas pela banda".
Sonoridades que, garantem, vale a pena descobrir na rodagem de cada faixa.
Eles estão de regresso. O álbum já está à venda e vale a pena ouvir.
CO
In...Notícias Populares 4 Março de 2008 Ano I Nº 44

publicado por Alcoolémia às 03:42
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Sexta-feira, 7 de Março de 2008

Alcoolémia na Fnac do Coimbra Forum dia 22 Fevereiro pelas 22 horas

Tenho pena de não conhecer melhor as cidades do nosso país, tenho muita pena de passar por elas e não parar para as ver, observá-las e senti-las.
Estivemos em Coimbra na 6.ª feira passada para mais um showcase, na FNAC do Coimbra Fórum, e a cidade pareceu-me bela demais para tanta luz em plena noite.
O deslizar dos temas do novo álbum foi incisivo e com muita cumplicidade entre a banda e os presentes que encheram a sala.
Embora o alinhamento dos temas fosse semelhante, desta vez acrescentou-se "Fugir para quê" do álbum de 1997 "Não há tretas" para regozijo dos fans.
Um carinhoso agradecimento ao João Miranda e à Diana.
Não posso deixar de referir que a noite teve também um sabor amargo.
Nessa tarde, tinha falecido o pai do Manelito, e, normal seria proceder-se ao cancelamento do espectáculo mas, o nosso saudoso guerreiro, pegou na guitarra e disse "vamos à estrada".
O sentimento de perda é um dos mais dolorosos e agonizantes que o ser humano pode ter, e fica aqui o nosso respeito, amizade e empatia pelo nosso companheiro e família, em horas tão difíceis.
Um caloroso abraço para quem fica e eterna paz para quem nos deixa.
Hasta Carlos Cardoso

publicado por Alcoolémia às 23:43
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Segunda-feira, 3 de Março de 2008

ALCOOLÉMIA - À conversa com Jorge Miranda, vocalista dos Alcoolémia - Não há que ter medo de cantar em língua portuguesa



Foi há 15 anos que os Alcoolémia nasceram no Fogueteiro como uma banda rock que apostava na música cantada em português.
Após 3 álbuns editados, mais de 30 mil discos vendidos e cerca de 500 espectáculos nos palcos portugueses, a banda está de volta com o seu quarto álbum de originais, homónimo, que revela um grupo mais maduro e uma aventura por novas sonoridades sem nunca esqueçer as suas raízes musicais.
O vocalista Jorge Miranda faz um balanço dos 15 anos de vida e fala sobre este novo trabalho que abre as portas do futuro aos Alcoolémia.
Seixal - Boletim Municipal (SBM) - O facto de terem «nascido» no Seixal, onde há tradição
de apoio municipal a novas bandas, contribuiu para o sucesso do vosso grupo?
Jorge Miranda (JM) - Sem dúvida foi uma grande ajuda. A Câmara Municipal
organizava o Seixal Rock e nós participámos em 1992, sendo uma das bandas semi-
finalistas, e vencemos em 1994. Foi onde tudo começou.
Em 1995 lançamos o nosso 1º album Não sei se mereço, e a partir daí surgiram vários convites para concertos no Município, Festas do Seixal, Março Jovem etc.
Tem sido uma relação de amizade ao fim ao cabo... e por isso agradecemos à Autarquia por todo o apoio que nos tem dado, recebemos inclusivé uma medalha de Mérito Cultural. Esta é uma prova de que a Camara Municipal se interessa pelas questões culturais,
nomeadamente a música, dá apoio e reconheçe o mérito. Obrigado!
SBM - Quais foram as principais dificuldades que encontraram no vosso percurso
de 15 anos?
JM - Não é facil manter uma banda. Conciliar seis vidas, seis personalidades e
manter a amizade e respeito uns pelos outros, ás vezes, pode ser complicado.
Salvo raras excepções, conseguimos manter o núcleo duro da banda, e já lá vão 15 anos.
Depois, temos as questões relacionadas com o mercado propriamente dito.
O meio musical não é fácil, as editoras nem sempre conseguem corresponder à
expectativa da banda e vice versa, e então as coisas às vezes complicam-se.
Mais recentemente, enfrentámos uma crise a nível de vendas que como todos
sabemos caíram bastante por razões óbvias (net, pirataria etc.). É muito complicado ter lucros com a venda de CDs, ou pelo menos ter retorno do investimento feito. A verba disponibilizada para promoção, imagem da banda, videoclip, é muito reduzida, há um medo geral de se fazer uma aposta e receber em troca o fracasso. Mas é certo que sem promoção adequada nenhum projecto pode singrar, de modo que a questão se torna num pau de dois bicos, dando origem a muitas dúvidas e medos e, consequentemente, à incerteza quase total, sobre a melhor forma de inserir ou editar e promover um novo projecto musical no mercado. Acho que tanto editoras como bandas devem unir esforços e desenvolver novas ideias que melhor se adeqúem à actual conjuntura do mercado.
SBM - Quais são as principais diferenças entre os Alcoolémia de há 15 anos e
os Alcoolémia dos nossos dias?
JM - A nossa base de criação mantém-se, ou seja, o rock e algumas baladas que ficam no ouvido, com letras simples e boas guitarradas, de forma a que a mensagem possa ser passada e compreendida. No entanto ouve ao longo destes anos uma natural evolução, por isso penso que hoje é uma banda mais madura. Evoluímos a nivel técnico, o que nos permite uma maior qualidade na execução dos temas ao vivo, e ao nível de composição, o que confere à banda uma maior liberdade, pois as limitações são naturalmente menores.
SBM - Experimentaram novas sonoridades neste album. Porque sentiram esta
necessidade nesta altura da vida da banda?
JM - Não foi uma necessidade absoluta, foi algo que surgiu até com alguma
Naturalidade. Como músicos gostamos de explorar novas sonoridades e descobrir a melhor forma de incluí-las e misturá-las com o nosso som que tem por base o rock.
No fundo, dá-nos um certo prazer, pois todos gostamos de ouvir vários géneros
músicais e isso influencia-nos. Ao mesmo tempo, traz sempre algo de novo de um trabalho para o outro.
SBM - Vão ter dois temas na banda sonora da nova novela da SIC, Rebelde.
Quais? Vai ser importante na divulgação da vossa música?
JM - Vão ser dois temas de facto. «Há quanto tempo ando aqui» e «Areia de pedras salgadas». Foi com muito agrado que recebemos essa notícia, acho que gostaram dos temas e, pelos vistos, enquadram-se bem na novela. Como é obvio, vai ser importante na divulgação deste novo trabalho, já que os canais de divulgação actuais são muito reduzidos, portanto estamos muito contentes com esse facto.
SBM - Acham mesmo que a música nacional está na sombra, como diz o título de um dos vossos temas?
JM - Um pouco. Não quero com isto dizer que a música nacional esteja pela rua da amargura, mas que podia estar bem melhor, ser mais divulgada ser mais apoiada e promovida, é um facto. É certo que lá de fora vem música de grande qualidade e em grandes quantidades também, o que, por vezes nos deixa um pouco na «sombra».
Mais uma razão para que as rádios começem a dar mais atenção à nossa musica.
SBM - Continuam a defender a música cantada em português?
JM - Claro, sempre. Penso que temos muita gente a escrever muito bem.
Aliás, eu penso que, em termos de qualidade, a nível de letras, temos coisas extraordinárias por isso, porque não aproveitar esse facto?
Não há que ter medo de cantar em língua portuguesa. Eu faço há já 15 anos e, acreditem, a única coisa que sinto é orgulho!
In...Boletim Municipal Seixal Nº 475 de 29 Fevereiro de 2008

publicado por Alcoolémia às 00:15
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Ouve aqui a discografia dos Alcoolémia completa.

A Banda

ALCOOLÉMIA 2017:
João Beato (Voz)

Manelito (Guitarra ritmo/Voz)

Pedro Madeira (Guitarra solo/Voz)

Bruno M. Paiva (Baixo)

Marcio Monteiro (Bateria)


CONTACTO PARA ESPECTÁCULOS: Antonio Alves
E-mail: alcoolemia.boocking@gmail.com
Telefone- +351 965 697 667

Albuns

"Não sei se mereço" 1995



Gravado no estudio Heaven Sound
Técnico: João Martins
Misturas: João Martins e Alcoolémia
Produção: João Martins
Edição Digital: Zé Motor

-Não sei se mereço
-Até o mundo acabar
-Vizinha linguaruda
-Só tu e eu (uma história mal contada)
-509 (Instrumental)
-Curtir a vida
-Quero-te ver nua
-Batam com a cabeça no chão
-Intruja
-Não quero vida de militar
-Para quê sonhar

Festa de lançamento - Paradise Garage - Lisboa

Singles:
Para quê sonhar - Colecção Super Jovem


"Não há tretas" 1997



Gravado no estudio Tcha Tcha Tcha
Técnico: Rui Dias
Produtor: João Martins
Concepção e design gráfico: Dupla
Fotografia: Darin Pappas

-Nem às paredes confesso
-Portugal o nosso país
-Apostei... o carro...
-Cuidado... o diabinho anda à solta
-Fugir para quê
-Tenho medo, diz uma criança
-Quero protestar
-A minha sorte não quer mudar
-Sinto falta de uma mulher
-Hoje é dia para desbundar
-Morrer devagar

Participações especiais:
"Portugal o nosso país", "Apostei... o carro...",
"Fugir para quê", "Morrer devagar" - Teclas: Alexandre Dinis
"Portugal o nosso país", "Quero protestar",
"Morrer devagar" - Coros: Fernanda Lopes e Laura Pereira
"Apostei... o carro..." - Guitarra: Rui Dias


Apresentação para a imprensa na Casa do Vinho do Porto no Bairro Alto com a presença na Guitarra Portuguesa de Antonio Chainho

Festa de lançamento - Rock City - Lisboa

Singles:
"Portugal o nosso país" - distribuido gratuitamente dia 10 Junho
Para rádios, com 3 temas:
"Fugir para quê"
"Nem às paredes confesso"
"Cuidado... o diabinho anda à solta"

"Até onde" (acústico)" 1998



Gravado no estudio Namouche e Um só Céu.
Engenheiros de som: João Pedro de Castro e Jonathan Miller.
Misturas: Estúdios Um só Céu em Maio e Junho de 1998.
Engenheiro assistente: Cláudio Silva
Masterização: Estúdios Áudio Pró por Paulo Jorge
Produção: Jonathan Miller
Concepção e Design Gráficos: Dupla
Fotografia: Paulo Moreira


-Até onde posso ir
-Quero protestar
-Portugal o nosso país
-Quem és tu
-Sinto falta de uma mulher
-Só tu e eu (uma história mal contada)
-Para quê sonhar
-Não sei se mereço
-Fugir para quê
-Morrer devagar

Musicos convidados:
"Portugal o nosso País" - Guitarra Portuguesa: Custódio Castelo; Coros: Catarina Pereira; Violoncelo: Pedro Gonçalves

"Até onde posso ir" e "Morrer devagar" - Violino: Nuno Flores (ex-Quinta do Bill)
"Quero protestar" - Violino: Jorge Gonçalves; 2ª voz Diego Gil (FLOOD)

"Quem és tu" - Violino: Jorge Gonçalves

"Só tu e eu (uma historia mal contada)" - Flauta: Joaquim Santos

"Para quê sonhar" - Percurssão: Castora (ex-DELFINS)

"Festa de lançamento - Freiras - Moita
Singles:
"Para rádios, com 1 tema: "Quero protestar"

"Alcoolémia" 2007



Gravado no Rockstudio entre Janeiro e Maio de 2007, por João Miranda/Alcoolémia, assistente Ivo Gancho.

Misturado por António Pinheiro da Silva e Pedro Madeira em Maio de 2007, colaboração de Jorge Miranda.

Masterizado por Joe Gastwirt no J.G. Mastering em Julho de 2007 em Los Angeles U.S.A.

Concepção e Design Gráfico: Nelson Carmo e Jorge Miranda.

Logo Alcoolémia: Jorge Simão (Devir) colaboração Manelito.

Fotografia: Antonio Gamito no ST Terrasse - AMORA.

Bateria gravada por Rui Freire.

- Já e tempo... (desta cidade acordar).
- Tudo o que quero ter.
- Há quanto tempo ando aqui.
- São sempre os mesmos.
- Fico à espera...(quero ver o fim).
- O mundo não é!
- Queria roubar-te um beijo.
- A musica nacional (vamos tirá-la da sombra)
- Areia de pedras salgadas
- Chiclete (cover rock do tema dos Taxi)

Musicos convidados:
"O mundo não é" - Violoncelo Davide Zaccaria.

"São sempre os mesmos" e "A musica nacional (vamos tirá-la da sombra)" scratch por DJ X-Acto.

"A musica nacional (vamos tirá-la da sombra)" - saxofone tenor Carlos Sousa, trompete Helder Lopes, saxofone alto Paulo Horta, trombone Bruno Encarnação.
"Tudo o que quero ter" arranjos adicionais de guitarra João Miranda.


"Palma da Mão" 2014



- Mil Uns de Abril
- Palma da Mão
- Forasteiro Gaibéu
- Ponto de Fuga
- Leva-me Onde Quiseres
- Grandes Feitos
- Alma Rock
- Derrotas da Paixão
- I + I = 4
- P.A.I.

Credits & Notes: - João Beato (vocals and guitar), Pedro Madeira (guitar), Manelito (guitar), Nuno Pereira (bass), Ivo Martins (drums) and Carlos Sousa (sax)
- Additional guest performances by Carlos Cardoso (bass), Duarte Carvalho (drums), Paulo Borges (piano, Hammond and keys), Rute Lopes (backing vocals), Cátia Amorim (backing vocals) and Davide Zaccaria (cello)
- Produced by Pedro Madeira
- Recorded and mixed by Pedro Madeira and João Miranda at Rockstudio (Feijó)
- Mastered by Tó Pinheiro and Pedro Madeira
- Artwork and layout by sELF mADE mAN
- Photos by Paulo Antunes and João Beato
- Music by Pedro Madeira, Manelito and João Beato
- Lyrics by João Beato except "Alma Rock" and "Derrotas da Paixão" by Hugo Costa

COLÊCTANEAS, TEMA, EDITORA:

Heróis do Rock - "Não sei se mereço" - VIDISCO 1997



A Idade do Pecado - "Não sei se mereço" - BMG 1996



Exctamation - "Não sei se mereço"- BMG 1997



Pop Rock - "Não sei se mereço"- BMG 1998



Não sei se mereço - "Não sei se mereço" - MOVIEPLAY 2004



Portugal Pop - "Portugal o nosso país" - BMG 1997



Heróis do Rock - Sou metade sem ti - "Portugal o nosso país" - VIDISCO 1998



Homem do Leme - "Portugal o nosso país" - MOVIEPLAY 2004



Rua do Carmo - "Quero Protestar" - MOVIEPLAY 2004

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Novidades dos Alcoolémia

Os Alcoolémia vão editar no primeiro trimestre de 2017 o seu 6º álbum com versões de temas dos álbuns anteriores que contam com participações especiais de vários artistas, que servirá de suporte para a Tour Comemorativa dos 25 anos de carreira da banda.

Espetáculos para 2017

25 Fevereiro -Re-Censurados pelas 22 Horas, Alcoolémia pelas 00 Horas, no Popular Alvalade - Lisboa.
22 Abril - Alcoolémia + Suspeitos dos Costume + banda convidada, Odemira (Festejos 25 Abril).
12 Agosto - Festas Ladoeiro - Castelo Branco.

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