Domingo, 19 de Setembro de 2010

MILHARES EXIGEM REQUALIFICAÇÃO DO CABO ESPICHEL

Mais de três mil pessoas lançaram um apelo conjunto para que o Santuário do Cabo Espichel, em Sesimbra, seja requalificado. A chamada de atenção foi feita anteontem à noite durante o festival “Músicas pelo Espichel”, que durou quase dez horas. Quer o público, a organização, as 15 bandas que subiram ao palco e a Câmara de Sesimbra assumiram-se contra o abandono a que o santuário, que em Novembro comemora 600 anos, tem sido votado nos últimos anos. Todos exigiram medidas urgentes para dignificar aquele património. Há já 15 anos que o Estado detém a posse do monumento, mas apesar do compromisso assumido de reabilitar a ala Norte, que lhe foi cedida pela Confraria de Nossa Senhora do Cabo, nada foi feito até agora. A Direcção-Geral do Tesouro e Finanças está actualmente a fazer a avaliação do imóvel para decidir se aceita a proposta apresentada em Julho pela autarquia, que necessita de ter a posse do santuário para poder negociar com possíveis investidores. “Uma vez que há terrenos cedidos e que ainda não estão na posse do Estado propusemos uma permuta, porque o Estado não pode formalmente doar-nos o imóvel. Tem de haver uma contrapartida”, explicou ao JN o presidente da Câmara, Augusto Pólvora, criticando o facto de o Estado não poder pura e simplesmente devolver o bem à confraria. “Receberam de borla, não fizeram nada e agora querem receber. É uma situação completamente absurda”, considera o edil, pedindo celeridade na resolução do problema. O impasse levou o cidadão sesimbrense Carlos Sargedas a criar um movimento de solidariedade pela requalificação do Cabo Espichel, cujo programa teve anteontem o seu ponto alto, com a realização de um festival a que mais de três mil pessoas não quiseram faltar, bem como as 15 bandas que actuaram gratuitamente.” “Quero acreditar que pelo menos dentro de dois anos a obra esteja começada e que façam do Cabo Espichel o uso que ele necessita”, salientou Carlos Sargedas, fazendo um balanço positivo do evento gratuito que custou à organização cerca de 250 mil euros. “O que está aqui é completamente genuíno”, adverte, propondo que as obras de requalificação avancem gradualmente. “Há pessoas interessadas em investir e portanto não é por falta de dinheiro que não se faz”, acrescenta. “Este concerto é um acto de cidadania de todos nós. Estamos a avisar que queremos que este espaço seja recuperado”, alertou o vocalista dos UHF, a banda cabeça de cartaz do festival. “O Cabo Espichel é uma ordem de prioridades. Este espaço tem magia”, considerou António Manuel Ribeiro, desejando que o pó que se levantou na noite de anteontem “seja amanhã a argamassa usada para construir um novo edifício”. O vocalista dos Alcoolémia, João Beato, desejou, por seu lado, que num “domingo destes” quando se deslocar ao Cabo Espichel em passeio “o monumento esteja recuperado totalmente”, sugerindo que sejam recriados os costumes de antigamente com a reconstrução de algumas salas com mobília da época “para que se possa conhecer o que foi o santuário”. Um centro de interpretação do Cabo Espichel, um espaço museológico ligado à geologia e paleontologia, lojas de artesanato no local das casas de outrora, espaços de restauração e uma residencial são algumas das propostas idealizadas para o santuário. Agora, há também o desejo de que o ?Músicas pelo Espichel? se torne o último grande festival de Verão em Portugal. In: Jornal de Noticias 12/9/2010 Sandra Brasinha</p>

publicado por Alcoolémia às 16:47
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Terça-feira, 14 de Setembro de 2010

RECORDANDO....ALCOOLÉMIA

Os Alcoolémia surgiram na Amora (concelho do Seixal), em 1992.
A formação original era constituída por: Jorge Miranda (voz), Manelito (guitarra), Pedro Guerreiro (baixo), João Miranda (guitarra) e Hugo Fernandes (bateria).
A sua linha musical andava muito próxima do Rock, por vezes bastante Rock FM, mas podiam-se encontrar nas suas composições algumas influências da Pop e mesmo do Punk Rock.
Gravaram, no ano da sua formação, uma "demo-tape" com 3 temas (incluindo o instrumental "Alcoolémia") e, participam na meia-final do Seixal Rock 92, onde se tornaram uma das bandas revelação.
Em 1993 João Miranda deixa de ser guitarrista, passando a ser o técnico de som da banda. Em sua substituição entra Carlos Botelho.
Nesse mesmo ano ganham o primeiro prémio do Concurso de Música Moderna de Setúbal e o Concurso de Música Moderna de Castelo de Paiva. Tocam no palco principal das Festas do Seixal, sem terem ainda nenhum álbum distribuído comercialmente.
O seu tema "Não Sei Se Mereço" torna-se conhecido ao passar em várias rádios locais.
Em 1994 ganham o Festival Seixal Rock 94 e realizam para cima de 100 concertos. Em 1995 sai Pedro Guerreiro e entra Carlos Cardoso
O produtor João Martins é convidado para produzir o seu primeiro álbum, com 11 temas, que intitulam "Não Sei Se Mereço", onde participa Mário Gramaço (ex- Roquivários) no saxofone. O álbum, editado pela Movieplay, é lançado em Junho de 1995.
Com a edição do disco tornam-se conhecidos a nível nacional. O álbum atinge o galardão de Disco de Prata por vendas superiores a 10.000 unidades.
Voltam a realizar para cima de 100 concertos nos anos de 1995 e 1996.
"Não Há tretas", o segundo álbum é gravado nos Estúdios Tcha Tcha Tcha, novamente com produção de João Martins. Este disco contém uma versão de "Nem às Paredes Confesso", para além de "Portugal, o Nosso País" e "Quero Protestar". Este disco fica à beira de conseguir o galardão de Disco de Prata.
Depois da gravação do álbum Filipe Rodrigues junta-se à banda para passar a tocar teclados.
"Até Onde" é o próximo álbum da discografia dos Alcoolémia. Trata-se de um álbum em formato acústico, com temas dos anteriores discos. Neste disco participam, entre outros, Tiago Flores (violino), Diego Gil (voz), Custódio Castelo (guitarra portuguesa), Jorge Gonçalves (violino) e Castora (percussão).
Ricardo Galrito passa a fazer parte dos Alcoolémia, tocando teclados (a banda fica com dois teclistas).
Em 1999 sai Carlos Botelho e entra para o seu lugar Pedro Madeira.
De 2000 a 2004 a banda percorre o país, em concertos.
Em Abril de 2004 participam no concerto "4 Cidades, 100 Artistas, 40 Horas de Música", ao lado de Jorge Palma, Rádio Macau, Toranja ou Despe & Siga.
O quarto álbum da banda intitula-se "Alcoolémia" e inclui dez temas. O último tema deste disco é uma versão de "Chiclete", dos Taxi.
Os restantes temas são originais, no estilo a que a banda nos habitou. Entre esses temas contam-se "Há Quanto Tempo Ando Aqui" , "A Música Nacional (Vamos Tirá-la da Sombra)" e " Já É Tempo... Desta Cidade Acordar".
Filipe Rodrigues não participa na gravação deste disco, uma vez que já deixou de fazer parte do "line-up" da banda.
Como curiosidade refira-se que uma das dedicatórias deste álbum é para o autor deste artigo.
Por: Aristides Duarte

In: Jornal Nova Guarda 28-10-2009</p>

publicado por Alcoolémia às 21:44
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Segunda-feira, 13 de Setembro de 2010

D-A-D + GUN + Alcoolémia 2009-11-06 LISBOA - CAMPO PEQUENO

Quatro letras bastam. Foi efectivamente, uma noite de r.o.c.k. E, apesar de se celebrar o regresso de bandas (quase) esquecidas, não se tratou de nenhuma revisitação paleontóloga do estilo, até porque a proficua ponte entre o final dos anos 80 e o inicio dos anos 90 foi "só" há vinte anos. Numa praça quase repleta, pulsava a vontade de curtir clássicos do tempo em que a rádio passava música "pesada" e nas discos se ouvia hard rock. Novinhos nessa era, público e bandas mantinham-se joviais na atitude, desde logo, com os Alcoolémia que começaram por aqueçer uma noite meio chuvosa. A banda da margem sul do Tejo, que já lançou quatro albuns esteve à altura da ocasião, dando boa mostra de si em material próprio e na versão de «Keep On Rocking In The Free World» com que encerrou uma enérgica actuação. A espaços, até de rock mais duro que os Gun, que não sairam muito favorecidos pelas condições de som. Ainda assim, o grupo escoçês não defraudou as expectativas de quem ainda se lembrava dele e de canções como «Welcome To The Real World» e «Don´t Say It´s Over». De facto, na hora em que esteve em palco, o quarteto mostrou porque são várias as malhas estraíveis dos três primeiros álbuns como se ouviu na correspondência aos refrões de «Better Days», «Word Up» ou «Steal Your Fire» já no final. Toby Jepson, ex-Little Angels, é o novo vocalista, que deixa a banda dos irmãos Gizzy um pouco aquém de outros tempos. Em grande mesmo estiveram os D-A-D, em que melhorou tudo, desde som, performance e atitude rock´n´roll. Jesper Binzer é o frontman que se conhece, o irmão Jakob nem precisava de look Slashy para confirmar que é um grande guitarrista e Stig Pederson é um 1,90m de glamour, fora os saltos altos e o baixo de néon transparente de... duas cordas! O novo álbum «Monster Philosophy» esteve em evidência em bons temas como «Beautiful Together» e «Revolution», mas foi através de «True Believer» logo abrir, «Point Of View» ou Bad Crazyness» que os dinamarqueses levaram bancadas e arena ao rubro. Como excelentes músicos que são, os D-A-D dão-se ao luxo de fazer a festa com semi-improvisações pelo meio, num inspirado «Sleeping My Day Away» com o dobro da duração e da alma. Para fecho, um tocante »Laugh ´N a 1/2» a meias entre os irmãos Binzer e o público, epítome da entrega recíproca que foi este concerto. [N.S.]
In: LOUD! Nº106 - DEZEMBRO 2009

publicado por Alcoolémia às 23:20
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Domingo, 12 de Setembro de 2010

ALCOOLÉMIA COMEMORAM 18 ANOS DE EXISTÊNCIA.

Os Alcoolémia comemoram 18 anos de existência. Atingiram, oficialmente,a maioridade
e há festa na Caparica! Renhau-Nhau live|act|café foi o local onde decorreram as comemorações,
ao longo de uma noite extremamente divertida e movida pelo Rock and Roll. As magníficas condições
sonoras, presentes neste espaço, jogaram a favor da banda, para que tudo corresse pelo melhor.
E correu. A plena coordenação entre os vários elementos da banda resultou num som coeso e potente
que agarrou o público e o fez vibrar, do início ao fim. O Rock foi a língua dominante,quer nos temas
de crítica, nas baladas ou mesmo nos covers ("Seven Nation Army", "Chiclete","Nem às Paredes Confesso"
e "Keep Rockin in the Free World"). As músicas do primeiro e quarto discos foram as mais abordadas,
nomeadamente, "Não Sei Se Mereço"e "Fico à Espera", respectivamente.
A interactividade com a plateia fez-se sentir, continuamente, de um modo fantástico, tendo tido
três pontos altíssimos: o primeiro, durante a "brincadeira", em que o público contribuiu com fortíssimos
"HEY", nos pontos chaves da música; o segundo, em que o baixista (que possuía um sistema de wireless
no seu instrumento) desceu do palco e veio tocar para o meio dos excelentíssimos e activos espectadores,
fazendo um pouco de teatro com os mesmos; o terceiro, quando todos tiveram a oportunidade de gritar a
plenos pulmões "EU NÃO SEI SE MEREÇO ESTA VIDA DE CÃO", mas como nem sempre é possível ultrapassar
a cepa torta "VOU CHAMAR A MINHA MÃE". A banda, no final do concerto, e como agradecimento pelo apoio
que tem recebido, tocou o tema da Rádio Super FM. Sendo dia de festa, não poderiam faltar o bolo e as velas.
E neste caso a música passou aos tradicionais "Parabéns", cantados e dedicados por uma plateia cativada
e saciada, por tão agradável concerto, mas acima de tudo, por ver que ainda há bandas (poucas... muito poucas que não são consumidas pela idade.
IN: Por Martim Broa em www.tuguitarras.com/cms/view/id/758/</p>

publicado por Alcoolémia às 23:32
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Sábado, 11 de Setembro de 2010

ALCOOLÉMIA COM ALTERAÇÃO DE LINE-UP

Ola amigos e amigas, neste momento os Alcoolémia encontram-se em fase de audições para baterista que irá fazer parte do line up da banda, e assim que possível podermos retomar a composição e posteriormente a futura gravação do nosso 5º album.
Conseguimos participar no Musicas pelo Espichel no passado dia 10 Setembro graças ao nosso amigo Nuno Brito, que por diversas vezes já colaborou com os Alcoolémia como baterista.
Outra novidade é que os Alcoolémia voltaram a formação de 5 elementos, como no inicio da banda, prescindindo assim de teclados.
Para aqueles que acompanham a carreira dos Alcoolémia e apreciam tanto videos de actuações ao vivo como participações em promoções televisivas, entrevistas, pode pesquisar no Youtube.
Adicionámos recentemente alguns videos velhas relíquias de outros tempos, entre os quais, os videos do Seixal Rock 94.
Outra novidade é que esgotámos os 5.000 amigos do Facebook do "Alcoolémia Alcoolemia", e já foi criado um segundo Facebook "Alcoolémia Rock".
Pedimos a todos os amigos e amigas que tentaram adicionar o Alcoolémia Alcoolemia que ainda não foram adicionados o favor de optar pelo 2º para podermos adicioná-los.
Em breve mais novidades da banda.
Alcoolémia 2010

publicado por Alcoolémia às 23:23
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pesquisar

 

Ouve aqui a discografia dos Alcoolémia completa.

A Banda

ALCOOLÉMIA 2017:
João Beato (Voz)

Manelito (Guitarra ritmo/Voz)

Pedro Madeira (Guitarra solo/Voz)

Bruno M. Paiva (Baixo)

Marcio Monteiro (Bateria)


CONTACTO PARA ESPECTÁCULOS: Antonio Alves
E-mail: alcoolemia.boocking@gmail.com
Telefone- +351 965 697 667

Albuns

"Não sei se mereço" 1995



Gravado no estudio Heaven Sound
Técnico: João Martins
Misturas: João Martins e Alcoolémia
Produção: João Martins
Edição Digital: Zé Motor

-Não sei se mereço
-Até o mundo acabar
-Vizinha linguaruda
-Só tu e eu (uma história mal contada)
-509 (Instrumental)
-Curtir a vida
-Quero-te ver nua
-Batam com a cabeça no chão
-Intruja
-Não quero vida de militar
-Para quê sonhar

Festa de lançamento - Paradise Garage - Lisboa

Singles:
Para quê sonhar - Colecção Super Jovem


"Não há tretas" 1997



Gravado no estudio Tcha Tcha Tcha
Técnico: Rui Dias
Produtor: João Martins
Concepção e design gráfico: Dupla
Fotografia: Darin Pappas

-Nem às paredes confesso
-Portugal o nosso país
-Apostei... o carro...
-Cuidado... o diabinho anda à solta
-Fugir para quê
-Tenho medo, diz uma criança
-Quero protestar
-A minha sorte não quer mudar
-Sinto falta de uma mulher
-Hoje é dia para desbundar
-Morrer devagar

Participações especiais:
"Portugal o nosso país", "Apostei... o carro...",
"Fugir para quê", "Morrer devagar" - Teclas: Alexandre Dinis
"Portugal o nosso país", "Quero protestar",
"Morrer devagar" - Coros: Fernanda Lopes e Laura Pereira
"Apostei... o carro..." - Guitarra: Rui Dias


Apresentação para a imprensa na Casa do Vinho do Porto no Bairro Alto com a presença na Guitarra Portuguesa de Antonio Chainho

Festa de lançamento - Rock City - Lisboa

Singles:
"Portugal o nosso país" - distribuido gratuitamente dia 10 Junho
Para rádios, com 3 temas:
"Fugir para quê"
"Nem às paredes confesso"
"Cuidado... o diabinho anda à solta"

"Até onde" (acústico)" 1998



Gravado no estudio Namouche e Um só Céu.
Engenheiros de som: João Pedro de Castro e Jonathan Miller.
Misturas: Estúdios Um só Céu em Maio e Junho de 1998.
Engenheiro assistente: Cláudio Silva
Masterização: Estúdios Áudio Pró por Paulo Jorge
Produção: Jonathan Miller
Concepção e Design Gráficos: Dupla
Fotografia: Paulo Moreira


-Até onde posso ir
-Quero protestar
-Portugal o nosso país
-Quem és tu
-Sinto falta de uma mulher
-Só tu e eu (uma história mal contada)
-Para quê sonhar
-Não sei se mereço
-Fugir para quê
-Morrer devagar

Musicos convidados:
"Portugal o nosso País" - Guitarra Portuguesa: Custódio Castelo; Coros: Catarina Pereira; Violoncelo: Pedro Gonçalves

"Até onde posso ir" e "Morrer devagar" - Violino: Nuno Flores (ex-Quinta do Bill)
"Quero protestar" - Violino: Jorge Gonçalves; 2ª voz Diego Gil (FLOOD)

"Quem és tu" - Violino: Jorge Gonçalves

"Só tu e eu (uma historia mal contada)" - Flauta: Joaquim Santos

"Para quê sonhar" - Percurssão: Castora (ex-DELFINS)

"Festa de lançamento - Freiras - Moita
Singles:
"Para rádios, com 1 tema: "Quero protestar"

"Alcoolémia" 2007



Gravado no Rockstudio entre Janeiro e Maio de 2007, por João Miranda/Alcoolémia, assistente Ivo Gancho.

Misturado por António Pinheiro da Silva e Pedro Madeira em Maio de 2007, colaboração de Jorge Miranda.

Masterizado por Joe Gastwirt no J.G. Mastering em Julho de 2007 em Los Angeles U.S.A.

Concepção e Design Gráfico: Nelson Carmo e Jorge Miranda.

Logo Alcoolémia: Jorge Simão (Devir) colaboração Manelito.

Fotografia: Antonio Gamito no ST Terrasse - AMORA.

Bateria gravada por Rui Freire.

- Já e tempo... (desta cidade acordar).
- Tudo o que quero ter.
- Há quanto tempo ando aqui.
- São sempre os mesmos.
- Fico à espera...(quero ver o fim).
- O mundo não é!
- Queria roubar-te um beijo.
- A musica nacional (vamos tirá-la da sombra)
- Areia de pedras salgadas
- Chiclete (cover rock do tema dos Taxi)

Musicos convidados:
"O mundo não é" - Violoncelo Davide Zaccaria.

"São sempre os mesmos" e "A musica nacional (vamos tirá-la da sombra)" scratch por DJ X-Acto.

"A musica nacional (vamos tirá-la da sombra)" - saxofone tenor Carlos Sousa, trompete Helder Lopes, saxofone alto Paulo Horta, trombone Bruno Encarnação.
"Tudo o que quero ter" arranjos adicionais de guitarra João Miranda.


"Palma da Mão" 2014



- Mil Uns de Abril
- Palma da Mão
- Forasteiro Gaibéu
- Ponto de Fuga
- Leva-me Onde Quiseres
- Grandes Feitos
- Alma Rock
- Derrotas da Paixão
- I + I = 4
- P.A.I.

Credits & Notes: - João Beato (vocals and guitar), Pedro Madeira (guitar), Manelito (guitar), Nuno Pereira (bass), Ivo Martins (drums) and Carlos Sousa (sax)
- Additional guest performances by Carlos Cardoso (bass), Duarte Carvalho (drums), Paulo Borges (piano, Hammond and keys), Rute Lopes (backing vocals), Cátia Amorim (backing vocals) and Davide Zaccaria (cello)
- Produced by Pedro Madeira
- Recorded and mixed by Pedro Madeira and João Miranda at Rockstudio (Feijó)
- Mastered by Tó Pinheiro and Pedro Madeira
- Artwork and layout by sELF mADE mAN
- Photos by Paulo Antunes and João Beato
- Music by Pedro Madeira, Manelito and João Beato
- Lyrics by João Beato except "Alma Rock" and "Derrotas da Paixão" by Hugo Costa

COLÊCTANEAS, TEMA, EDITORA:

Heróis do Rock - "Não sei se mereço" - VIDISCO 1997



A Idade do Pecado - "Não sei se mereço" - BMG 1996



Exctamation - "Não sei se mereço"- BMG 1997



Pop Rock - "Não sei se mereço"- BMG 1998



Não sei se mereço - "Não sei se mereço" - MOVIEPLAY 2004



Portugal Pop - "Portugal o nosso país" - BMG 1997



Heróis do Rock - Sou metade sem ti - "Portugal o nosso país" - VIDISCO 1998



Homem do Leme - "Portugal o nosso país" - MOVIEPLAY 2004



Rua do Carmo - "Quero Protestar" - MOVIEPLAY 2004

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Novidades dos Alcoolémia

Os Alcoolémia vão editar no primeiro trimestre de 2017 o seu 6º álbum com versões de temas dos álbuns anteriores que contam com participações especiais de vários artistas, que servirá de suporte para a Tour Comemorativa dos 25 anos de carreira da banda.

Espetáculos para 2017

25 Fevereiro -Re-Censurados pelas 22 Horas, Alcoolémia pelas 00 Horas, no Popular Alvalade - Lisboa.
22 Abril - Alcoolémia + Suspeitos dos Costume + banda convidada, Odemira (Festejos 25 Abril).
12 Agosto - Festas Ladoeiro - Castelo Branco.

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